Laudo do IML descarta violência sexual contra criança que morreu afogada

Laudo do Instituto Médico Legal de Alagoas descartou que a criança de dois anos, que apareceu morta em uma piscina em uma casa de praia no Francês (cidade de Marechal Deodoro), sofreu violência sexual. O caso aconteceu em julho.

A mãe adotiva da criança havia sobre presa mas liberada em seguida. Foi acusada de abandono de incapaz.

Os pais adotivos dizem que a morte foi acidental. E reclama terem sido vítimas de preconceito religioso (são de Matriz sexual africana) e sexual (o pai é homem trans)

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