A baixa umidade relativa do ar continua exigindo atenção em Alagoas, especialmente nas regiões do Sertão e do Sertão do São Francisco.
De acordo com a Superintendência de Prevenção em Desastres Naturais (SPDEN), vinculada à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), os índices podem ficar abaixo de 30% durante as tardes, condição que representa riscos à saúde da população.
A previsão meteorológica indica que, nesta quarta-feira (28), a área afetada deverá diminuir, com a persistência da baixa umidade concentrada no Sertão e no Sertão do São Francisco.
Nessas regiões, a condição deve continuar até quinta-feira (29), conforme as projeções dos modelos numéricos de previsão do tempo monitorados pelo órgão estadual.
Até terça-feira (27), o cenário também abrangia o Agreste alagoano. Com a atualização das previsões, a expectativa é de redução da área atingida pelo tempo seco a partir desta quarta-feira.
Segundo a análise meteorológica da Semarh, o fenômeno está associado à atuação de uma massa de ar quente e seco, combinada com um sistema de alta pressão atmosférica.
Essas condições dificultam a formação de nuvens de desenvolvimento vertical e favorecem a redução da umidade relativa do ar no estado.
A baixa umidade pode provocar ressecamento da pele e das mucosas, desconforto respiratório e irritação nos olhos, nariz e garganta.
Por isso, a população das áreas afetadas deve reforçar a hidratação, evitar atividades físicas intensas durante os períodos mais quentes do dia e procurar ambientes protegidos do sol.





