O desembargador Fábio José Bittencourt Araújo negou, mais uma vez, recurso do deputado estadual Antônio Albuquerque e manteve a indisponibilidade dos bens dele, no valor de R$ 150 mil, referente à ação que ele responde na Operação Taturana, onde ele é chamado, pela Polícia Federal, de líder de uma organização criminosa (ORCRIM), responsável pelo desvio de R$ 300 milhões da folha de pagamento da Casa de Tavares Bastos.
Há indícios de ato de improbidade por parte de Albuquerque, além de outros citados na ação: o prefeito de Canapi, Celso Luiz (PMDB), o ex-deputado Cícero Ferro, o deputado federal Arthur Lira (PP), o ex-prefeito de Roteiro, Fábio Jatobá, e João Felipe Barros de Lima.
No caso de AA, a Mesa Diretora- segundo detalha a ação judicial- autorizou a liberação de R$ 150 mil para a compra de um carro para ele. O dinheiro foi transferido para a conta bancária do estabelecimento comercial onde o carro foi adquirido, mais um cheque de R$ 45 mil.
O deputado pediu que o veículo fosse faturado em nome de outra pessoa “a qual não efetuou nenhum tipo de pagamento, bem como o dado de que o empenho da quantia de R$ 150.000,00, por parte da Assembleia Legislativa, teria ocorrido 2 (dois) dias antes da efetivação da transação negocial”, explica a ação.
A ação ainda cabe recurso.







Uma resposta
Será que um dia verermos um TATURANA preso? Porque os presídios só tem pobres?