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Partido se divide e disputa pelo poder vira baixaria em Alagoas

Quando a província alagoana era comandada pelo baiano João Martins Pereira de Alencastro (1866-1867), o Partido Liberal se dividiu. E os progressistas da legenda se aliaram ao Partido Conservador, para neutralizar os liberais.

A situação montou o jornal A Lanterna; a oposição, A Voz do Povo. A campanha dos lados era tão baixa que as pessoas haviam perdido a compostura.

Alencastro reagia. Mandou remover professores de seis lugares de ensino. Funcionários públicos eram demitidos apesar de uma lei provincial (número 1, de 4/3/1843) garantir estabilidade ao pessoal.

A guerra escalava, as barbaridades também. Até que o presidente da província foi substituído por Benjamin da Rocha Vieira, em 12 de junho de 1867.

Alencastro foi embora para o Rio de Janeiro no mesmo dia e assistiu ao bota-fora: sinos batendo, fogos disparados em comemoração e pasquins distribuídos até no navio que embarcou.

Com informações do livro História de Alagoas, de Moreno Brandão.

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