A quantia não é usual- dois milhões de reais em dinheiro vivo e há duas semanas das eleições. Mas o trabalho do serviço de inteligência da PM e das secretarias de Segurança Pública de Alagoas e Sergipe ajudam a turbinar os instantes finais da campanha Renan Filho x JHC (ou JHC X Renan Filho), com troca de acusações entre os dois lados e, fato importante, a autuação de duas pessoas ligadas a uma empresa que presta serviços a prefeituras (incluindo Maceió, na Ilumina) e Governo.
Quem seria o destinatário final do dinheiro? Para quê seria usado? Por que dinheiro vivo e não um Pix? São perguntas que guiam os primeiros momentos desta investigação.
Operações policiais, com apreensões de dinheiro vivo, são mais comuns do que se imagina no histórico eleitoral alagoano. O problema é que, após o resultado das urnas, nem sempre o desfecho das investigações é conhecido. Ou sequer houve.
Desta vez, ao que parece, os rastros do dinheiro devem revelar todas as digitais.







