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HGE: Setor recusa afastar funcionário e colegas podem estar com covid-19

Um funcionário do Hospital Geral do Estado em Alagoas continuou trabalhando no setor de farmácia, mesmo com sintomas de covid-19. O risco foi relatado por funcionários, em conversas pelo Whatsapp obtidas pelo blog.

Testado, os exames deram positivo para a doença. E todos do setor de farmácia estão sendo examinados- muitos estão com medo por terem parentes com outras doenças ou idosos.

Por que a pessoa não foi afastada? Quem a obrigou a continuar trabalhando?

Existe um enorme navio negreiro funcionando dentro do HGE. Há pressão psicológica, ameaça de demissão, assédio moral, algo que se opõe a qualquer relação trabalhista moderna.

Não adiante uma gestão pública com conceitos do século 21, com capitães do mato indicados por deputado estadual.

Concorda?

Resposta do HGE

NOTA DE ESCLARECIMENTO
Afastamento de Profissionais do HGE pela Covid-19

O Hospital Geral do Estado (HGE) esclarece que não procede a informação de que profissionais da unidade hospitalar são obrigados a trabalhar com suspeita de Covid-19. Todos os profissionais que apresentam sintomas de síndromes gripais são, imediatamente, afastados de suas atividades laborais. O HGE salienta que, caso o profissional tente minimizar sintomas por questões pessoais, conforme o ocorrido na Farmácia Central, os colegas de setor podem comunicar à chefia imediata para que o afastamento seja realizado, assim como ocorreu no caso citado, onde também foi determinado que todos os profissionais que tiveram contato com o referido servidor, sejam submetidos à testagem após sete dias, independente da apresentação de sintomas.

A maior emergência pública do Estado salienta que a unidade montou um fluxo de atendimento para a realização de testes rápidos para diagnóstico da Covid-19. A ação visa mapear, com mais celeridade, os casos de Covid-19 entre os profissionais, seguindo as normas e diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determina a realização dos testes entre sete e dez dias após os profissionais apresentarem sintomas da doença. Com isso, o resultado é conhecido em 20 minutos após a coleta de sangue, e é importante para definir o retorno do profissional de saúde às suas atividades laborais ou o seu afastamento para tratamento, prevenindo a disseminação do vírus na unidade.

Uma resposta

  1. Além de muitos trabalharem doentes por sofrerem a pressão de serem contratados. Uma realidade que poucos sabem é que essas pessoas não tem direito q férias, não tem direito a nada. Infelizmente os nossos gestores não olham por nós, não há um setor de fiscalização . Pois se há um funcionário trabalhando doente cabe a chefia encaminhar ao médico imediatamente. Estamos jogados a nossa própria sorte.

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