
O rumo das eleições em Maceió pode ser alterado- de novo- pela Justiça.
Na próxima quinta-feira, 8, a 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça decide se os deputados federais Cícero Almeida (PMDB) e Paulão (PT)- condenados em primeira instância- devem responder por improbidade administrativa, porque fizeram empréstimos ao Banco Rural pagos com dinheiro públicos, quando ambos eram deputados estaduais.
A descoberta foi da Polícia Federal, na Operação Taturana. Envolve R$ 19,3 milhões. Nesta mesma ação aparecem: João Beltrão, Maria José Vianna, Cícero Amélio, Nelito Gomes de Barros, Adalberto Cavalcante, Arthur Lira, Celso Luiz e o Banco Rural.
A 3ªCâmara é um órgão colegiado. Se for confirmada a decisão de primeiro grau, todos ficam inelegíveis.
A lembrar: em 2012, a Justiça Eleitoral negou registro de candidatura a Ronaldo Lessa, que desistiu da disputa e Rui Palmeira acabou ganhando a votação na capital.
Em 2016, as pesquisas mostram que a votação está empatada, entre Cícero e Rui.






Respostas de 2
Em uma terra onde a imaturidade política é avassaladora, talvez seja melhor mesmo termos essas eleições decididas nos tribunais! Assim, quem sabem, ganhamos tempo para que a mesquinhez humana, que inunda as mentes miseráveis dos eleitores em Maceió, possa se dissipar.
ALAGOAS PRECISA PUNIR OS TATURANAS. O MP JÁ FEZ SEU PAPEL. AGORA, É COM A JUSTIÇA.