A atriz Alanis Guillen, conhecida por papéis em Pantanal e Três Graças, obteve uma medida protetiva na Justiça contra sua ex-namorada, a produtora carioca Giovanna Reis.
A decisão judicial foi motivada por denúncias de perseguição e ameaças que teriam começado após o término do relacionamento, em março de 2026.
Com base na Lei Maria da Penha, o Judiciário reconheceu indícios de violência psicológica e determinou que a produtora mantenha distância total da atriz, ficando proibida de estabelecer qualquer tipo de contato ou comentar publicamente sobre a vida pessoal da ex-companheira.
De acordo com o relato apresentado à Justiça e apurado pelo portal Metrópoles, Alanis vinha sendo alvo de abordagens insistentes.
A atriz afirmou que Giovanna apareceu em sua residência diversas vezes sem autorização e tentou expor assuntos de sua vida íntima.
Além disso, a produtora teria procurado colegas de elenco da novela Três Graças para tratar de desentendimentos do antigo casal.
Para embasar o pedido de proteção, a defesa da artista anexou mensagens, registros de contatos e depoimentos que comprovam a conduta invasiva da ex-namorada.
O relacionamento das duas tornou-se público no Dia dos Namorados de 2025 e era marcado por postagens discretas sobre viagens e natureza.
No entanto, a relação chegou ao fim em meio a polêmicas nas redes sociais, após a viralização de falas antigas atribuídas a Giovanna com teor racista, homofóbico e transfóbico.
Giovanna Reis, de 28 anos, atua como gerente de projetos em um estúdio de design e ganhou notoriedade nacional justamente durante o namoro com a intérprete de Juma Marruá.
Agora, sob a nova determinação judicial, qualquer interação digital ou física entre ambas está rigorosamente proibida.










