Diretor da Movaço, Miguel Amaral afirma que a empresa nunca participou de licitação na Prefeitura de Rio Largo. Ele disse que seus advogados já estudam meios de acionar na Justiça o Ministério Público Estadual. Miguel quer reparação aos danos causados à imagem da empresa, após o MP divulgar a notícia de que a Movaço teria sido beneficiada num esquema de licitações fraudadas comandado pelo prefeito afastado de Rio Largo, Toninho Lins.
A notícia está no site oficial do Ministério Público. Pela suspeita de corrupção, que teria desviado dos cofres públicos R$ 24,5 mil, o MPE pediu a prisão do prefeito.
“O Ministério Público jogou o nome da nossa empresa na lama. Nunca participamos de licitação em Rio Largo. Pegaram notas da Movaço e clonaram. Já registramos Boletim de Ocorrência na polícia. Queremos descobrir quem clonou os documentos”, afirmou Miguel Amaral. “Nossa empresa está há trinta anos no mercado. Temos 45 funcionários. Sou filho do dono e um dos diretores. Meu pai tem 63 anos e adoeceu com esta notícia. A família inteira está abalada. Nossa empresa é idônea e teve o nome jogado na lama”, reclamou o empresário, que afasta a possibilidade de algum funcionário ter desviado o documento.
As informações são da Gazeta de Alagoas








