É difícil respeitar o discurso e as posições de Rodrigo Cunha, agora de volta ao Senado onde novamente se deixa estar envolvido numa gigante insignificância.
O mais novo líder da oposição reclamou do reajuste da taxa da água e do esgoto via BRK, falou alguma coisa dos endividados, citou em miúdos a fome.
Não há empolgação de Cunha nem ganho de competitividade dele numa próxima eleição.
É alguém previsível, sem análise do discurso do presidente Lula, sem se posicionar a respeito dos golpistas na avenida Fernandes Lima, nada sobre os primeiros discursos de Paulo Dantas.
Rodrigo Cunha cumpre tabela: esquenta a cadeira para Arthur Lira sentar em 2026.





