A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) suspendeu as atividades presenciais no curso de Direito, no Campus A.C. Simões, após a confirmação de um caso de meningite bacteriana em uma estudante da graduação.
A medida, anunciada pela instituição nesta semana, converteu temporariamente as aulas para a modalidade remota como forma de precaução.
Desde o diagnóstico, a direção da Faculdade de Direito de Alagoas (FDA) acompanha o estado de saúde da discente junto aos familiares e coordena ações com as autoridades sanitárias para garantir a segurança da comunidade acadêmica.
Para conter possíveis novos casos, a Vigilância Epidemiológica já iniciou a aplicação de protocolos preventivos, que incluem a administração de medicação profilática para o grupo que manteve contato direto com a estudante, abrangendo alunos, professores e técnicos.
Além do bloqueio medicamentoso, o órgão estadual e municipal de saúde realiza o monitoramento contínuo dos envolvidos para identificar precocemente qualquer sintoma da doença, que é conhecida por sua gravidade e rápida evolução.
A administração superior da Ufal informou que permanece em contato direto com os órgãos de saúde pública para assegurar que todas as medidas de contenção sejam rigorosamente seguidas.
Em nota oficial, a universidade reafirmou seu compromisso com o bem-estar e a segurança sanitária de seus membros, ressaltando que o retorno às atividades presenciais dependerá da evolução do cenário epidemiológico e das novas recomendações das autoridades de saúde.
Até o momento, não foram registrados outros casos suspeitos vinculados à unidade acadêmica.









