Com agências
O conselheiro estadual de Segurança, Everaldo Patriota, disse que o então secretário de Defesa Social, Paulo Rubim, havia lhe informado sobre o caso do preso torturado, em novembro de 2009- e cujas acusações acabaram fazendo a Justiça acatar a investigação do Ministério Público Estadual contra o delegado Geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, a delegada Ana Luiza e mais nove agentes de polícia de tortura.
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“O Ministério Público cumpriu seu papel, mas não posso dizer quem torturou, apesar de confirmar o fato. Até porque, à época, recebi uma ligação do então secretário de Defesa Social, o delegado aposentado Paulo Rubim, relatando-me que o acusado estava todo ‘estourado’”, disse o advogado.
Patriota conta que era candidato à presidente da OAB na época, quando foi procurado pelo advogado de um dos presos, falando sobre a dificuldade de ter acesso o cliente. Foi quando, ao telefonar ao secretário Rubim, ele teria confirmado a suposta tortura.
O presidente do Conselho Estadual de Segurança vai pedir, à PC, abertura de procedimento investigativo sobre o caso.








