Afinal, o que tanto fez a ex primeira dama em Maceió para receber o título de cidadã honorária da cidade, concedido pela Câmara de Vereadores?
Uma Câmara que se esconde em gastos ocultos de combustíveis porque é preciso usar até isto como financiamento de campanha através do poder público.
Voltemos, no entanto, a Michelle Bolsonaro. Os viúvos do bolsonarismo local buscam qualquer coisa para agradar a Jair Bolsonaro. À beira da prisão do ex presidente vale até um título de cidadão em Maceió, concedido a tantos que podemos dizer, sem medo de errar: virou honraria fuleira.
Mas ela é a expressão do provincianismo brasileiro. Homenagens a qualquer um simbolizam o vazio intelectual dos que transformaram cérebros em intestinos: com estrondos e tudo o mais. E um produto que ninguém quer ter por perto.
Lembrando que já tivemos vereadores do porte de Ênio Lins e Thomaz Beltrão em Maceió.
Hoje vemos personagens encenando uma ópera bufa. Ou catingosa.





