Apesar da queda nos índices de pobreza, Alagoas ainda aparece na lista dos estados em piores proporções.
Não à toa, a pobreza junto à fome serão elementos fundamentais para definir as eleições no próximo ano.
Também não à toa a distribuição de peixes, ovos ou caixas de chocolate e ainda sorteio de prêmios continuam como moedas de barganha extremamente baratas e encabeçadas por lideranças milionárias.
Política-partidária é meio de vida para muita gente, mas a marcha do poder também envolve dinheiro e status entre os que mandam mais.
E na base deste processo está a fome. E quem tem o petisco para oferecer, em troca do voto.
E as instituições que podem fiscalizar tudo isso, onde estão? Em geral, muitas delas agem por iniciativas de abnegados, como na Polícia Federal e Ministério Público.
Mas quem foi julgado, condenado e preso?
No sistema prisional alagoano não tem ninguém. E, cá entre nós, por lá não permaneceria muito tempo.





