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Silencie o ódio

Todos os dias somos impactados por situações, fatos, circunstâncias, que na soma de 24 horas podem nos levar elementos energéticos sutis, extremamente necessários ao equilíbrio das nossas emoções.

Emoções não são menores nem menos importantes para a vida, mas, ao contrário, podem fazer muita diferença em nossas ações, escolhas e compreensão da realidade.

O que estamos vivenciando pode ser assemelhado a um assédio moral coletivo.

Face a esta situação, temos observado movimentos distintos na busca da segurança e da paz, alguns deles, consideramos questionáveis e dignos de análises, como por exemplo, manter espaços ditos democráticos para os violentos no uso do verbo se expressarem em nossas páginas nas redes sociais.

Não será útil sustentar visibilidade aos agressores gratuitos em nome de uma pacificação que não os alcança. Nesta hora, urge sejam protegidos os bons; é isso mesmo, os bons de conversa, de pensamentos, de relacionamentos e acessos às nossas almas.

Não podemos cair no conto das confusões linguísticas que embolam a língua portuguesa brasileira. Excluir agressões não é ser preconceituoso, nem menos bondoso com alguém, pois em contextos de ódio, a visibilidade do odioso é seu trunfo.

As bases conceituais religiosistas que nos desarmam, não surgiram da inocência, mas do desejo de poder e manutenção estrutural de fortes conglomerados ideológicos e econômicos. Estes martelaram em nossas mentes uma ingenuidade politicamente nociva. Geradora de culpas.

Barrar o esborro do visco odiento é ação política de força e proteção.

A paz não virá da ilusão. O mau não é obediente. O ódio não respeita éticas.

Precisamos perceber que o amor também possui suas estratégias de cultivo e florescimento de brotos, no cuidado que matura as circunstâncias para a permissão do usufruto.

Escolho o amor.

Em minhas redes o ódio não fala.

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2 respostas

  1. Concordo plenamente contigo, querida. Aqueles que atacarem as minhas publicações com ódio e provocações maléficas, será ignorado e imediatamente bloqueado.

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