O candidato não precisa apresentar ideias inovadoras nas suas propostas.
Porém, há o impossível. Apenas os marqueteiros explicam ao mostrar o mirabolante como palpável.
O deputado federal Renan Filho (PMDB) apresenta uma proposta tucana para os juros da dívida pública.
A proposta: “Vamos propor que o governo federal reverta a dívida de Alagoas, que é pequena para a União. Deixo claro que não é anistiar, é direcionar os valores pagos à União, por meio dos juros, que estes valores voltem para o Estado e sejam direcionados para estruturar a educação de Alagoas”. Aspas do material distribuído pelo PMDB.
A ideia é do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Aliás, ele sugeriu que os juros da dívida- ao invés de serem repassados à União- bancassem a segurança pública e até o combate ao crack.
Ambas as propostas vetadas pelo Governo Federal.
Vilela também tentou a renegociação da dívida. Nada.
Tornadas impossíveis as inovações pela União, Renan Filho reacende a questão.
Quem vai poder salvá-lo? Será que Renan-pai, o presidente do Senado?





