Em fevereiro, a taxa de rejeição de Bolsonaro no Nordeste era de 28,5%.
Agora, é de 65,3%. Mais que o dobro, portanto.
Os dados são de pesquisa, divulgada nesta segunda-feira, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), com o instituto de pesquisa MDA.
Para 30,6% dos nordestinos, chamados de “paraiba” por Bolsonaro, palavras ofensivos e comentários inadequados são as piores ações do Governo.
Como reação, a Caixa Econômica Federal reduziu os empréstimos para a região. E os governadores formaram o Consórcio Nordeste para reduzir os custos nas compras e adotarem soluções comuns diante da discriminação do presidente.





