Professores de Alagoas, único recurso para enfrentar o baixo Ideb, que nos tornou outra vez líderes do insucesso social nacional!
Daremos conta desse atropelo?
Entre as promessas e os discursos inflados, estão nossas escolas enfeiadas, nossas cargas horárias sufocantes e as imposições decretadas pelas cúpulas.
Podemos garantir tal arsenal de sonhos e idealismos, enquanto outros enriquecem às custas das más políticas públicas?
Até quando teremos um sindicato omisso, que não consegue ecoar nossas desditas, conduzindo uma luta linear, de uma nota só?
Novos mártires de Alagoas. Justo nós, os supostos conhecedores?! Aqueles que lidam com os saberes e possuem a arma mais eficaz para aprimorar qualquer humanidade: o conhecimento!
Se há baixo Ideb, é porque atuamos de alguma forma. Pois sem recurso pedagógico apropriado, sem recurso tecnológico instalado, estamos cada vez perdendo os recursos emocionais e psicológicos!
Como tudo se vincula à política e todo contexto é móvel, aproveitemos o fundo do poço para refletir um pouco mais sobre a necessidade que temos de mudar nossas posturas.
Nada de aceitar carregar as soluções sociais todas nas costas!
Nada de orgulhar da vocação que nos maltrata!
Lutemos pela valorização profissonal. Façamos a nossa parte contribuindo para o crescimento político da nossa categoria, pois isso sim, conseguimos fazer com bastante eficácia em contexto adverso.
Deixemos o baixo Ideb sobre os ombros daqueles que o engendraram e o mantém: nossos maus governantes e gestores públicos!





Uma resposta
concordo plenamente.não nos sintamos angustiados pela sobrecarga que nos impõem aqueles que deveriam ser os primeiros a nos encorajar;pelo contrário lançam nas mãos dos professores toda carga que, inclusive, tambem é deles:a realidade da educação de um modo geral é:escolas mal equipadas,carências absurdas de recursos humanos(professores…)famílias que não educam seus filhos ; muito menos acompanham seu desempenho na escola,(porque acham que a escola é obrigada a fazê-lo sozinha)e um sistema de avaliação permissivo que em nada ajuda.:somos obrigadas a aprovar alunos que não têm a menor condição de avançar para evitar que o “pobrezinho seja constrangido e desestimulado”temos que trabalhar uma carga horária exaustiva e ainda somos culpados de não termos tempo para preparar aulas “dinâmicas e interessantes”. para completar temos um publico de adolescentes sem perspectivas e sem compromisso com os estudos QUE CARREGAM O FONE DE OUVIDO PARA A SALA DE AULA COMO SE ESTE FOSSE UM ÓRGÃO VITAL ..ainda temos que ouvir que a culpa É DO PROFESSOR. Enquanto naõ deixarem de jogar a culpa uns nos outros e assumir reamente responsabilidades junto aos nossos jovens estaremos sucumbindo e, reamente, não sei que tipo de sociedade teremos.faz- se necessário:um sistema adequado e coerente de avaliação ,profissionais comprometidos ,governantes que os valorize e A FAMILIA CUMPRINDO O SEU PAPEL, QUE ,DIGA-SE DE PASSAGEM,GRANDE MAIORIA NÃO TEM FEITO ISSO HÁ UM BOM TEMPO!!!!SE O ALUNO SE DEU BEM É PORQUE É CAPAZ,SE ELE SE DER MAU,A CULPA É DO PROFESSOR.já ouviram isso?EU SIM!!FAÇA CADA UM A SUA PARTE, AÍ SIM, A COISA VAI ANDAR.