Porque Rodrigo Cunha é mais valioso hoje como futuro vice do prefeito que um indicado pelo presidente da Câmara, com prazo de validade no cargo, na avaliação de um palacista.
Estamos falando no dinheiro das emendas parlamentares que Eudócia Caldas, suplente de Cunha e futura senadora, vai assegurar para Maceió, turbinando a eleição do filho em 2026, ao Governo ou Senado.
Por que aceitar um vice imposto por Arthur Lira se ano que vem ele volta a ser mais um dos 513 deputados federais e- pior- com trânsito bloqueado no governo Lula?
Nesta condição, Lira – já sem importância no jogo eleitoral da capital e futuro ex-todo poderoso em Brasília- tem poucos caminhos. A não ser lançar Davi Davino Filho na disputa pela Prefeitura de Maceió. Davino topa a empreitada.
Aliás, o presidente da Câmara desagrega bastante. O vereador Marcelo Palmeira, por exemplo, tem o compromisso de ser eleito presidente da Câmara de Vereadores da capital no próximo ano. Palmeira não aceitou se filiar ao PP e sim ao PL. O vereador manda mais que Lira na Barra de São Miguel. A gestão Benedito de Lira está dividida entre Palmeira de um lado e a família Pereira/Lira do outro. Os principais cargos são indicados pelo vereador, que já constrói raízes em Atalaia da prefeita Ceci.
Ora, ora: Lira esqueceu que não é o único dos espertos. O corvo também pensava assim. Até que resolveu cantar e deixou cair o pedaço do queijo que levava no bico. A raposa foi lá, roubou o queijo e fugiu (Esopo).
RIFA
E seguimos com a rifa para publicação de mais uma obra da cientista social Ana Cláudia Laurindo. Cada bilhete custa R$ 10 e você concorre a uma tela da própria escritora, autografada.
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Boa sorte.





