Procuradores de Estado em Alagoas recebem um benefício que poderia também ser estendido aos professores da rede pública.
Todos os anos, cada procurador da ativa recebe R$ 15 mil (livre de impostos) para arcar com os custos de estudos e atualização na área.
O valor serve para bancar o pagamento de livros, computadores, softwares. Cobrir também despesas em cursos, seminários, simpósios, congressos e outros eventos. Além de comprar mobília e material de escritório.
Os professores alagoanos também precisam pagar para atualizar conhecimento. A diferença é que o dinheiro vem do próprio bolso.
Não é barato nem de graça atualizar conhecimento. O governador Paulo Dantas, por exemplo, está em Portugal concluindo um mestrado. Sabe quanto paga e a necessidade de ter dinheiro para este fim.
Por isso cada professor alagoano mereceria receber R$ 15 mil – ou mais!- por ano, como um bônus para conhecimento.
“Mas Alagoas é um Estado pobre, não tem dinheiro”, diria alguém.
Mentira! Alagoas é tão rica que repassou – a mais – para a Assembleia Legislativa, R$ 180 milhões em 2024, dinheiro que banca funcionários fantasmas e uma escola legislativa falsa.
Se alguns deputados desviam tanto dinheiro público para o próprio bolso e até comprando votos nas eleições (vide operação Taturana)- e são medalhados pelas instituições – por que não pagar um justo valor ao único representante do Estado em cada rincão ou biboca espalhada por Alagoas?
Afinal, alcançar o sucesso pode ser bom para todo mundo.





