A frase veio do comandante de Policiamento da Capital, tenente-coronel Neivaldo Amorim, que responsabiliza a legislação pelos altos índices de violência e assassinatos em Alagoas.
“Nosso grande inimigo hoje é a legislação que não nos ajuda. Estamos prendendo as mesmas pessoas várias vezes”.
“É um ciclo que não tem fim. É tentar enxugar o chão quando a torneira continua aberta”
“Quem comete o crime tem que ser punido, porém ninguém fica preso nesse país. Ninguém paga pelo crime que cometeu. E este não é um problema de Maceió, é nacional. Estamos enxugando gelo”
As declarações foram em audiência sobre sobre violência, promovida pela Câmara de Vereadores da capital.
Dado interessante é a quantidade de policiais militares em Alagoas.
Amorim diz que Maceió precisaria ter 7.300 policiais- é mais que o contingente inteiro de PMs no Estado: 7.200.
Explica ainda que não existe integração das polícias com os municípios. O Comando do Policiamento da Capital abrange Maceió e a Grande Maceió (inclui cidades como Rio Largo, Satuba, Pilar, Marechal Deodoro e outras na região metropolitana).
Outro dado: faz 17 anos que a Prefeitura de Maceió não promove concurso para Guarda Municipal. A capital teve três prefeitos neste período: Kátia Born, Cícero Almeida e Rui Palmeira.
O efetivo é de 760 guardas.






