Quem é o gestor público alagoano?
Foi criada uma plataforma psicológica para o gestor, sobre a qual o primeiro vislumbre apresentado é o do poder.
A segunda característica sobressaliente é o direito à regalias; pequenas e até grandes, chegando em alguns casos, às imensas!
A sequência é torná-lo um fornecedor de status. Ou seja, ele tem para si e para dividir com aqueles que o cercam, por essa razão, existe assédio em todos os ambientes onde chega.
O gestor está ligado a alguém na hierarquia política, isso pode significar que tem costas acobertadas ou até compromissos de atender algumas ordens vindas de cima.
Costuma ser intolerante à críticas e benevolente com elogios!
Apontadas cinco características, percebamos que o “compromisso com a coisa pública” não está na lista.
Estranhamente, o gestor público alagoano oferece sempre uma desculpa para não solucionar problemas de ordem púbica pertencente à pasta que ocupa.
Em segundo lugar, torna-se um exímio repassador de culpas históricas, o que na prática significa que ele não vai resolver mesmo o problema.
Costuma transferir responsabilidades para terceiros ou quartos, até para toda a sociedade, mantendo o problema intacto.
Tem vários assessores e agregados, mas nunca considera-se suficientemente servido, servindo pouco à sociedade.
Por fim, ele é bem pago!
Conclusão: se ele não existisse, economizaríamos bastante e talvez tivéssemos mais chances de resolver os problemas públicos.
Para refletir: quem cria, alimenta e engorda esse gestor?





