Um pastor de uma Igreja Batista de Maceió foi citado no depoimento de um alvo preso nos atos antidemocráticos de 08/01 como financiador. Ademir Almeida da Silva, o depoente, disse à Polícia Federal (PF) que recebia R$ 400 mensais e citou o nome de Adiel Brandão de Almeida, líder religioso evangélico.
Segundo apurou o Portal UOL, o pastor negou que financiava os atos mas que apenas “cooperou” com a viajem de Ademir, pois ele estaria com pouco dinheiro. No entanto, informou que essas despesas não tiveram relação com a Igreja. “Isso é financiar a ida de alguém? Não é.” , afirmou o pastor.
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Para ele “financiar é quando você está dizendo que todas as despesas, transporte, comida, almoço e janta eram por minha conta, aí seria financiar. E mesmo que alguém fosse financiar, não é da conta de ninguém não”, concluiu.









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Ajudar golpista é crime e é da nossa conta sim, pois a selvagens que os patriotários patrocinados fizeram, atingiu o patrimônio público e somos nós quem pagamos os impostos. Que seja devidamente punido!
Ajudar golpista é crime e é da nossa conta sim, pois a selvageria que os patriotários patrocinados fizeram, atingiu o patrimônio público e somos nós quem pagamos os impostos. Que seja devidamente punido!