BLOG

Para realizar o sonho da pátria amada

Em qual esquina da história essa nação normalizou o tiro no corpo do outro?

Quando o colonizador aqui chegou e tomou as terras para si, transformando em cemitério os campos verdes do Brasil.

Quantos lutaram para transformar este país em território de civilidade, não podemos contabilizar. Foram histórias de luta e amor, conquistas e renúncias, porque as forças da brutalidade raivosa não quiseram recuar.

Escravizaram estrangeiros, enxertaram os dias com sangue africano e nunca deixaram de querer vitória sobre a força de trabalho, quando resultou forte mistura de caboclo e negro, nos raiares de histórias conquistadas pelas influências desenvolvimentistas.

O mundo eurocêntrico nunca desarmou a mão.

Mas a massa multicor precisou empurrar com força as energias de atraso e dessa forja se criaram recursos políticos e culturais, capacitando o país mestiço a romper paradigmas velhos, rumando a passos apertados para a civilização.

No século XX o Brasil demonstrou fome de melhoramentos, saiu da ditadura militar em luto silencioso e cultivou utopias de movimento pelas principais avenidas.

Liberdade como pauta! Direitos como motivação!

No ano 2000 se abriu ao novo, em sua primeira década fez da civilidade algo palpável. Destrinchou leituras sobre direitos humanos, criou programas antirracistas, trabalhou temáticas proibidas e as sexualidades saíram do armário com determinação de não voltar.

Contudo, sempre tivemos o corpo como para-balas!

Na contrapartida, percebemos que para aperfeiçoar uma nação civilizada todas as gerações precisam de engajamento com as causas de feridas e mortes, para tornar possível o replantio de histórias nas quais a violência seja apenas triste memória, que não instigue repetições.

Mas a mão da morte não dormita e espreita, encontrou lampejo na insatisfação e recriou o real, tornando o medo pão, conservadorismo fonte de segurança e distorceu o sonho civilizatório sob a batuta de uma narrativa comovida.

O cristofascismo reviveu junto com o desejo armamentista do senhorio, rodeado pelos racistas, homofóbicos e machistas, que se dispuseram a combater a comunidade em favor dos interesses vis de empresários capitalistas e políticos insaciáveis no fundamentalismo consumista.

Eis o Brasil bolsonarista!

Eis o foco do nosso combate enquanto humanistas!

Porque o corpo humano foi feito para o amor e não para a dor, para a satisfação e não para a fome, para a vida e não para a morte, formamos um grande bloco de civilizados em esperança para eleger Lula no dia 30 de outubro.

Ouça este canto, sinta essa brisa.

Outras histórias estão sendo escritas. Assine aqui e confirme 13 nas urnas.

O recomeço da civilidade baila nesta chama!

Seu nome é amor pelo Brasil, nossa pátria-casa, onde queremos viver sem armas, protegidos pelas leis e pela cultura de paz que podemos fortalecer.

 

 

 

Uma resposta

SOBRE O AUTOR

..