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Outra tese: carta de anuência pode não valer e PL tem vereadores de volta

Os vereadores do PL que tem, assinada, a carta de anuência feita por JHC quando ele era presidente do PL discutem não colocar sob risco os mandatos na Justiça eleitoral.

E programam recuar na debandada liberal rumo ao PSDB ou qualquer outro partido sob negociação pelo prefeito de Maceió.

(Exceção no recuo? O presidente da Câmara Chico Filho. Ele disse seguir o prefeito para onde ele for).

O problema é: eles serão obrigados a disputar as eleições, para dar suporte à chapa de federal construída sob a guarda de Arthur Lira.

Lógico, o acordo anterior previa que o timoneiro desse processo seria JHC,  não Lira. Mas Jota foi expulso da legenda no último sábado.

Abordamos o assunto ontem aqui no Repórter Nordeste: os vereadores têm em mãos documento autorizando a desfiliação deles, sem que isso seja considerado infidelidade partidária – acarretando perda de mandato. Ou sirva de pretexto para os suplentes reclamarem o mandato na Justiça.

Porém, existe uma discussão jurídica de que esta carta só pode ser expedida pela executiva nacional, não a estadual. Além disso, ao expulsar JHC da legenda, o presidente nacional Valdemar da Costa Neto anulou os atos do prefeito no PL.

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