Quando a ignorância é a regra, o fantástico se torna garantia para grandes males açoitarem a sociedade impunemente.
Eis um exemplo recente em Alagoas, o projeto aprovado na Assembleia Legislativa, denominado “Escola Livre”, a misturar alhos com bugalhos, no intuito perverso de atrapalhar o trabalho docente, que por tantos detalhes conjunturais locais, já se afigura extremamente penoso.
Na página online do deputado, encontramos o seguinte texto, aqui analisado:
“A Assembleia Legislativa aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira, 17 (novembro), o projeto de lei, de autoria do deputado Ricardo Nezinho (PMDB), que institui, no âmbito do sistema estadual de ensino, o Programa “Escola Livre”. Pela proposta, fica vedada a prática de doutrinação política e ideológica em sala de aula, bem como a veiculação, em disciplina obrigatória, de conteúdos que possam induzir aos alunos a um único pensamento religioso, político ou ideológico.”
Apenas a parte grifada já serve de mote para uma tese de doutorado.
Nós que estudamos e também ensinamos, bem sabemos que a escola trabalha seu currículo oculto montado pela classe dominante em benefício dos interesses de manutenção do poder, portanto, jamais será livre de ideologia! Sabemos também que o corpo docente não criou o currículo, assim como é evidente, que não é com o currículo oculto que o deputado está preocupado.
Resta saber o que significa a palavra “doutrinação” neste caso.
Ah! Mas quem assistiu as manifestações contrárias a presidente Dilma, em suas primeiras aparições, há de lembrar de cartazes (risíveis) fazendo alusões a um certo teórico barbudo, como um doutrinador do mal: Karl Marx!
Assim, o ingênuo deputado tenta impedir à força de lei, que Karl Marx entre nas aulas alagoanas. Porém, afirmo que nem mesmo precisava este esforço, pois ao contemplar o quadro de políticos eleitos por aqui, fica muito óbvio que Marx está muito distante da nossa educação, seja pública ou privada.
O temor do discurso contundente de raíz marxista deve ter nublado a visão do redator de tal projeto.
“O Programa “Escola Livre” terá os seguintes princípios: neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado; pluralismo de ideias no âmbito acadêmico; liberdade de crença; direito dos pais a que seus filhos menores recebam a educação moral livre de doutrinação política, religiosa ou ideológica; e educação e informação do estudante quanto aos direitos compreendidos em sua liberdade de consciência e de crença.”
Quem é sério compreende a tentativa de impressionar pelo abuso de palavras, mistura de intenções e acima de tudo, a improbabilidade de execução da proposta de neutralidade. Não é com hipocrisia que se educa para a cidadania e a liberdade, mas com respeito pelas diferenças, pluralidade e divergências.
“Pelo projeto, a Secretaria Estadual de Educação promoverá a realização de cursos de ética do magistério para os professores da rede pública, abertos à comunidade escolar, a fim de informar e conscientizar os educadores, os estudantes e seus pais ou responsáveis, sobre os limites éticos e jurídicos da atividade docente, especialmente no que se refere aos princípios contidos nesta lei.”
Uma nova ética do magistério é criada pela Assembléia Legislativa de Alagoas?
Uma das casas mais escandalosamente envolvida em crimes políticos tenta impor limites éticos e jurídicos à atividade docente, baseada em uma interpretação capenga de ideologia política!
A responsabilidade que vai ao gabinete do governador Renan Filho é tão grande quanto o caráter aberrante de tal projeto.
“Ainda pela proposta, no exercício de suas funções, o professor não poderá: abusar da inexperiência, da falta de conhecimento ou da imaturidade dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para qualquer tipo de corrente específica de religião, ideologia ou político-partidária; não favorecer nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas; não fará propaganda religiosa, ideológica ou político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos ou passeatas; e ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa, com a mesma profundidade e seriedade, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas das várias concorrentes a respeito, concordando ou não com elas.”
Os grifos me fazem pensar se é mesmo de professores que o projeto fala. Não seria de políticos alagoanos?
O caráter retrógrado e ignorante do projeto nos leva a repudiar sua aprovação e ainda mais, creio que nós professores alagoanos precisamos dá uma aula a esse deputado e aos outros que aprovaram sua aberrante proposta, e o tema poderia ser: “Como legislar em benefício de Alagoas”.
“Por fim, o projeto indica que as escolas deverão educar e informar os alunos matriculados no ensino fundamental e no ensino médio sobre os direitos que decorrem da liberdade de consciência e de crença asseguradas pela Constituição Federal. A proposta foi lido no plenário da Assembleia Legislativa e encaminhado a Comissão de Constituição e Justiça da Casa, para emissão de parecer.
De acordo com Ricardo Nezinho, o projeto está em perfeita sintonia com o artigo 2° da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que prescreve, entre as finalidades da educação, o preparo do educando para o exercício da cidadania. “Urge, portanto, informar aos estudantes o direito que eles têm de não ser doutrinados por seus professores, a fim de que eles mesmos possam exercer a defesa desse direito, já que dentro das salas de aula, ninguém mais poderá fazer isso por eles”, disse.”
Para fechar com chave enferrujada, o projeto incita o levante do alunado contra os professores, ao bel prazer das interpretações que possam elucubrar.
Obviamente que podemos analisar com maior riqueza de detalhes as partes aspeadas deste texto encontrado no endereço online: http://ricardonezinho.com.br/?p=12594, porém nosso objetivo já foi alcançado no momento, que é repudiar esse destino que agravará ainda mais a qualidade da educação que já temos, assim como, deteriora inteiramente a relação institucional com a categoria docente.
Que haja movimento e luta!





Respostas de 29
Texto gigante mas nada que se aproveite. Uma revolta injustificavel diante de um projeto fundamental.estranho tamanho comportamento da escritora? Totalmente compreensivel. Por toda a vida, doutrinaram de forma desenfreada. Prejudicaram milhares de alunos com ideias marxistas, retrogradas e mentirosas. Virou um vicio talvez. O cenario do caos foi arquitetado e estava sendo bem executado. Porem, a sociedade acordou. Aleluia. E felizmente, atraves dos movimentos sociais, a igreja e outras entidades, com o apoio da assembleia legislatuva de Alagoas foi dado um grande passo para frear a malefica acao dos esquerdopatas na educacao alagoana. Sabemos que vao tentar burlar essa determinacao estadual, porem acabou a farra com a cabeca dos outros. Chega de doutrinacao de qualquer natureza nas escolas. Esse é o papel dos pais. Parabens a todos que participaram dessa grande iniciativa, especialmente ao deputado Ricardo Nezinho que abracou essa ideia.
Impressiona o conteúdo de ódio e preconceito deste “artigo”. Ignorante e digna de repúdio é a preocupação dos mestres da educação com a ideologia do gênero enquanto o país amarga números crescentes de analfabetismo; aberturas de centenas de faculdade sem qualquer tipo de controle de qualidade de ensino; de cursos que têm como objetivo apenas arrancar dinheiro do Estado baseado apenas no número de inscritos e não de seu aprendizado. É de envergonhar que essas pessoas não estejam preocupadas com o fato de as crianças saírem das escolas sem ao menos serem capazes de interpretar um texto elementar. Que tal nos preocuparmos com isso???
Sou séria e acredito na possibilidade da neutralidade, uma vez que a função da escola é ensinar português, matemática, biologia etc.
Sugiro uma correção no português. Na frase “nós professores alagoanos precisamos dá uma aula” o verbo deve ser usando no infinitivo, “dar”.
*usado
Absurdo é o jornalismo doutrinado e com alto viés ideológico deturpar os fatos e querer confundir o leitor!
A leitura atenta do projeto aprovado denota cabalmente a importância do tema….nossos filhos estão sendo robotizados nas escolas…um verdadeiro estupro ideológico e consciêncial de mentes em formação!
Nossos parabéns ao deputado Ricardo Nezinho pela coragem em enfrentar um tema desse porte…onde tantos “companheiros” e “camaradas” políticos e pseudointelectuais deitam e rolam, fazendo de nossas escolas fábricas de alienados.
A sociedade agora está atenta, mais do que nunca!!!
Como professor universitário, passo a ver uma luz no fim do túnel!
Em tempo: nota-se na reportagem que a jornalista esta mais preocupada em defender a unilateralidade do tema e da doutrinação em sala de aula, no caso, o seu fanatismo por Marx (que não gerou nada de bom até o presente momento na história da humanidade) a apoiar a possibilidade do contraditório….que a escola seja neutra, não dominada por uma só corrente do pensamento (como seria o desejo da autora).
No mais, o velho discurso de ódio contra os que pensam diferente dos esquerdopatas.
Volto a avisar: a sociedade agora esta atenta!
Esse projeto é totalmente embasado na Constituição Federal do Brasil. Se a escola brasileira ensinasse o que o aluno realmente deveria aprender seria fantástico, o que está bem longe da nossa realidade. É de extrema importância que o estado mantenha esta neutralidade política, ideológica e religiosa, cabendo às famílias que eduquem seus filhos de acordo com seus princípios e crenças. Não entendo o interesse de alguns professores neste tipo de doutrinação, aliás entendo sim. Sou professora universitária e concordo plenamente com este projeto, este é o tipo de educação que gostaria que meus filhos recebessem.
Excelente o projeto do deputado Ricardo Nezinho!
A escola existe para que os professores ensinem o português, matemática, ciências, história e geografia, disciplinas que vão elevar o índice educacional do Estafo de Alagoas.
Ideologias, seja quais forem só irão tirar o foco e desqualificar o ensino. Quem presa por uma educação de verdade diz SIM ao Projeto Escola Livre.
Acho que todos os pais deveriam se manifestar afavor desse projeto, pois minorias não podem se impor sobre a maioria. O deputado Ricardo nezinho tem toda razão quando nos defende com o seu mandato fazendo um papel de cristão e garantindo o futuro dos nossos filhos
Esse texto é uma ótima ferramenta didática para analisar o modus operandi do discurso do militante marxista. Vamos a ele:
No segundo parágrafo, a senhora Ana Cláudia afirma que “o projeto Escola livre tem o intuito perverso de atrapalhar o trabalho docente”. Fiquei ansioso para saber onde, em que é e como será perverso e atrapalhará o exercício da docência, mas claro que ela nos nega a informação, simplesmente porque ela não sabe.
Adiante, afirma que “Nós que estudamos e ensinamos, bem sabemos que a escola trabalha seu currículo oculto montado pela classe dominante em benefício dos interesses da manutenção do poder, portanto, jamais será livre de ideologia”. Mais uma vez continuo a leitura com a curiosidade de saber quem é a tal “classe dominante” que vive “montando currículo em benefício dos interesses da manutenção do poder”, mas de novo veio a “decepção”: o típico embuste marxista de novo não me respondeu.
Seria a tal “classe dominante” aquela que foi alçada ao poder há 13 anos sob o comando de uma revolução cultural devota de Paulo Freire, que, com a ajuda de panfleteiros marxistas travestidos de professores fez o “grande serviço” de destruir a educação pública no Brasil, ao ponto de elevá-la às últimas posições nas avaliações globais? http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/ensino_educacaobasica/2014/05/08/ensino_educacaobasica_interna,426631/brasil-ocupa-ultimas-posicoes-em-ranking-internacional-de-educacao.shtml.
Onde está a preocupação da senhora Ana Cláudia neste sentido? Será a tal classe dominante a mesma que pretende modificar o currículo escolar, retirando do aluno a capacidade cognitiva, conhecimento básico dos aspectos históricos mais relevantes da história humana, afim de transformá-lo num “agente transformador social”?
O único ponto claro no seu texto é a grande preocupação que a lei a obrigue a falar a verdade em sala de aula quando o assunto é Karl Marx. Isso sim exigirá um esforço tremendo da senhora Ana Cláudia. Caso ela queira, eu empresto o meu “livro negro do comunismo” ou “Arquipélago Gulag” como material didático. Será que o patrão do partido vai deixar?
Em seguida, a senhora Ana Cláudia finge que sabe o que está “dizendo”: “O programa Escola livre terá os seguintes princípios: neutralidade política, ideológica e religiosa do Estado; pluralismo de ideias no âmbito acadêmico, liberdade de crença; direito dos pais a que seus filhos menores recebam a educação moral livre de doutrinação política, religiosa ou ideológica; e educação e informação do estudante quanto aos direitos compreendidos em sua liberdade de consciência e de crença. Quem é sério compreende a tentativa de impressionar pelo abuso de palavras, mistura de intenções e acima de tudo, a improbidade de execuções da proposta de neutralidade. Não é com hipocrisia que se educa para a cidadania e a liberdade, mas com respeito pelas diferenças, pluralidade e divergências”.
É risível. Ora, que é o significado de “liberdade”, “respeito pelas diferenças”, “pluralidade” e “divergências” senão a substância própria do projeto, que ela descreveu antes? Que é a tentativa de impressionar pelo abuso das palavras senão o que a “professora” faz o tempo todo neste panfleto? Para quem a senhora Ana Cláudia acha que está escrevendo? Quem acha que vai enganar com esse discurso tosco e vazio?
O projeto ainda vai além e proíbe que a militância partidária marxista dentro da sala de aula abuse da inexperiência clara dos alunos, proibindo também a cooptação dos mesmos para qualquer tipo de corrente específica de religião, ideologia e político-partidária e a professora mais uma vez se mostra estarrecida com a substância do projeto, na clara demonstração que está preocupada que a lei obrigue-a a deixar de ser militante partidária marxista e realmente seja uma professora.
Em seguida diz o seguinte: “o caráter retrógrado e ignorante nos levar a repudiar o projeto”. Onde, mais uma vez, está o retrocesso e a ignorância do projeto? Será que na neutralidade que ele propõe? Onde está o absurdo do projeto? Nem sequer isto ela é capaz de responder no texto. Vem cá senhora Ana Cláudia, onde você se formou mesmo, hein? Eu tenho é pena de seus alunos.
Percebe-se que o fingimento histérico, bem descrito pelo Dr. Andrew Lobaczewski, acompanhado de uma infinidade de clichês e termos vazios é o máximo que a militância marxista ainda consegue vomitar, mesmo que muito mal coordenado. Como um bom e disciplinado militante marxista, a senhora Ana Cláudia “falou” muito, mas “disse” absolutamente nada.
Por fim, digo para a senhora Ana Cláudia que os tempos onde o embuste esquerdista reinava estão chegando ao fim. A hegemonia acabou. Estamos de olho.
A sociedade acordou de sua letargia e deixou de assistir inerte a doutrinação marxista de seus filhos. A matéria distorce os fatos e auto-denuncia a linha ideológica de quem a produziu. Hoje tem professor que se comporta como sindicalista da CUT dentro da sala de aula, só que quem está lá dentro são os nossos filhos, indefesos, admoestados por assédio ideológico. Obrigado, deputado Ricardo Nezinho, pelo projeto Escola sem Partido. A sociedade está muito atenta.
Muito me admira as criticas dirigidas ao deputado, pois são também de cunho ideológico político, como o próprio Marx nos faz refletir: todo pensamento tem um viés ideológico. Jamais conseguiríamos sair limpos de um lamaçal no qual estamos todos enfiados até o pescoço. Prezada você na defesa de suas idéias de sociedade para além do capital se embriaga nos direcionamentos arquitetados pela própria burguesia, a qual tem do seu lado a fidelidade da midia. Esta por sua vez na sua expressão maior, a rede Globo, vem defendendo o projeto politico ideológico burguês desde o seu despontar. Portanto, teria agora a Globo mudado de lado e se compadecido da classe trabalhadora e lançado a defesa da liberdade sexual como atributos de um ser humano em pleno gozo de seus direitos?. Vivemos sim numa sociedade de cadeias, nem mesmo os seus mais ilustres menbros teóricos reconhecem o mal que a indústria e a tecnologia vem causando aos seres humanos, estamos em curso para o caos. E o remédio seria a escola e a ideologia de gênero? De ser humano para ser humano: bem melhor seria refletir mais, analisar e ponderar, pois só estudar muito, por vezes, não passa de enfado e canseira e acaba por engessar a mente, e criar outra ideologia, a qual depois se tornará a dominante, e caíremos novamente na armadilha do mais “esperto”, ou seja, daqueles que são os dominantes, ou mesmos dos que representam seus interesses. E por falar nisso; o MEC representa os interesses de quem???? Estou apenas perguntando. Respeitar o outro como ser humano independente de qualquer coisa e importantíssimo e isto basta para ser ensinado pela escola, tirem essa carga ideológica da ideologia de gênero das costas dos professores, o fardo esta ficando cada vez mais pesado para eles.
Pense nisso!
Obrigado deputado, por propor a lei que garante aos pais o direito de educarem seus filhos com seus costumes filosóficos, políticos e religiosos. Por uma Escola Sem Ideologia, não importando qual!
O texto contribui para mostrar a importância e necessidade do projeto do Deputado Nezinho, nossos professores precisam reaprender os valores fundamentais que o ser humano precisa para vivermos em sociedade. O professor deve ser um agente de que ensine o básico fazendo o aluno vislumbrar o que existe além dele. Fazendo isso poderíamos mais respeito pela opinião do outro, mas sinto no texto da Ana o medo, talvez por não ter aprendido a ensinar os alunos a pensar.
Parabéns ao deputado Nezinho!!! Os pais têm direito a escolher o que seu filho vai aprender nas escolas. Ou pelo menos ter a certeza de que seus filhos não serão massa de manobra. Não sofrerão lavagem cerebral de certos professores que apregoam ideias comunistas.
E se fosse só isso era bom! Ainda tem as ideias malucas com relação a genero. Lá em casa filho meu nasce, homem e filha, nasce mulher e não quero ninguém interferindo nisso. A população alagoana agradece ao deputado e a parte da sociedade que lutou por isso.
“precisamos dá (sic) uma aula”? Vocês que precisam de aula de português. Um bando de analfabetos cultuando Marx e Paulo Freire em vez de ensinar português e matemática dá nisso. Façam essa barbaridade com os filhos de vocês e deixem os outros em paz.
Quando os professores e instituição escola focar no real intuito dela: educar, ensinar e praticar esportes, teremos um numero bem menor de drogados nas ruas!
Professores tem que ser mensageiros das pesquisas, da forma de mostrar aos seus alunos a maneira de se chegar com elegancia às universidades.
Parabéns Nezinho, você deve ter tifo bons professores, professores preocupados com seu futuro didático.
Este EXCELENTE PROJETO só incomoda aos professores e afins que tem na educação o objetivo de aliciar e alienar seus alunos, os demais profissionais da educação que atuam com ÉTICA e RESPONSABILIDADE não temem este projeto. Infelizmente a sociedade está alheia e deixando seus filhos à mercê da perversidade destes maus profissionais que usam da educação como palco político e ideológico unilateral. Por isso meus agradecimentos ao Deputado Ricardo Nezinho por proteger nossas crianças e jovens.
Professora Ana Cláudia, ao perguntar a todos os professores que conheço, nenhum deles respondeu que te deu procuração pra falar em nome deles ou da classe, aliás todos são a favor da lei acima, bem como repudiam as tentativas sucessivas de manobra da Semed em inserir tal conteúdo na grade de ensino.
Só podemos lamentar a sua desqualificação pela má fé, ou pela deficiência cognitiva em não saber interpretar o texto da Lei. Em ambos os casos fica comprovada a sua incompatibilidade com o carro que ocupa.
É triste ver ditos mestres agindo como meros agentes de fomento à doutrinação de várias matizes ideológicas em nossas escolas, sejam elas de cunho político ou sexual, vide a absurda e sepultada IDEOLOGIA DE GÊNERO e, graças a projetos sérios e preocupados com a preservação dos direitos de nossos filhos vêm resgatar a esperança em dias melhores para nossa sociedade! Parabéns deputado RICARDO NEZINHO pela lucidez do projeto apresentado! Alagoas e suas futuras gerações agradecem!
O projeto do deputado é coerente com o que a população brasileira deseja e precisa. Ele apenas fez a leitura do que a maioria do povo quer e precisa e tem pedido. A doutrinação nas escolas está instalada e o rumo que o país está tomando por causa destas coisas é clara. Aprovo o projeto Escola Livre e temos que libertar mesmo nossas crianças e jovens das ideologias e doutrinações que não promovem o crescimento e sim a segmentação. A sociedade alagoana agradece à coragem do deputado Nezinho em colocar este projeto que já tarda para ser implantado. A sociedade Alagoana agradece ao Deputado Ricardo Nezinho por zelar as nossas escolas e honrar os votos que recebeu para nos representar. Continuamos apoiando todos que honrarem estes votos em nome da sociedade livre de qualquer doutrinação.
É preciso sim educar mas, é dispensado toda e qualquer forma de ideologia no âmbito das escolas! Jovens, adultos e principalmente nossas crianças tem direito à uma educação sem ideologia, principalmente ideologia de gênero! Parabéns ao Dep. Ricardo Nezin
Parabens ao deputado. Os “educadores” esquecem o conteúdo e se tornam em agentes de influência para a hegemonia do pensamento esquerdista chinfrim. Verdadeiro assédio aos jovens.
Não podemos deixar o Brasil nas mãos de pessoas que não tem ética e nem moral!
Excelente o projeto. Os auto-intitulados educadores, com as exceções que confirmam a regra, cometem verdadeiro assedio ideologico contra os alunos, com a prepotência e arrogância conhecidas. Se você se opõe usam a máxima leninista: xingam-nos do que eles próprios são.
Parabens ao Deputado Ricardo Nezinho, autor do projeto “Escola Livre”, projeto muito bem elaborado e embasado na constituição brasileira e no estatuto da criança e do adolescente, o qual zela pela integridade moral e psicológica de nossas crianças, as quais estão sendo usadas para disseminação de doutrinação marxista. Infeliz a autora do texto, o qual deixa transparecer através do seu conteúdo toda a sua ignorância quanto a a proposta do projeto e trás à luz toda a sua ideologia política travestida de pseuda educadora.
O direito da orientacao sexual religiosa cabe sos país e nao ao governo.vcs que tanto defendem.a IG pq nao contratam professores para ensinarem IG ao deus filhos e netos dentro da casa de vcs de forma particular?
Elaborar um projeto que mantém costumes, respeito e principalmente não fere a natureza – que os animais irracionais seguem instintinvamente (macho-fêmea) é sinal de inteligência além de mostrar interesse pela vontade do povo. Parabéns. Deus o abençoe.
Renan, a sociedade Alagoana quer que seus filhos estejam seguros na escola, livres de ideologias e doutrinadores, focados no estudo por um futuro melhor. Favor sancionar o projeto Escola Livre.