Em 2017, Jair Bolsonaro, ao lado de Flávio Bolsonaro, reclamava da existência do foro privilegiado.
“Não quero essa porcaria”, esbravejou Bolsonaro, com Flávio concordando com os argumentos do pai.
Três anos depois, tudo mudou.
E Flávio teve de apelar para o foro privilegiado para que a investigação das rachadinhas saísse da primeira para a segunda instância.
Foi salvo, graças ao pai, que não se articulou para acabar com o foro.





