O promotor Alberto Fonseca deu prazo até 25 de novembro para que os moradores do entorno da avenida Fernandes Lima se identifiquem e colham assinaturas mais endereços dos reclamantes, além de provas sobre danos cometidos pelos manifestantes que exigem um golpe de Estado, em frente ao quartel do Exército.
Segundo informa o Ministério Público, o reclamante ainda não enviou o material solicitado.
Denunciantes estão sendo ameaçados ou foram agredidos pelos golpistas que invadiram o canteiro central da principal via de tráfego da cidade no final do mês passado.
Provas da perturbação ao sossego se espalham nas redes sociais, entre vídeos e fotos. Os golpistas contrataram até trio elétrico e instalaram banheiros químicos na região, sem autorização da Prefeitura ou do Estado.





