O prefeito afastado de Traipu, Marcos Santos, foi condenado a 19 anos e 9 meses de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, com sede em Recife pela prática dos crimes de responsabilidade, fraude à licitação, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Mais quatro pessoas- incluindo o filho de Marcos Santos- também foram condenados à prisão. Veja movimentação
As fraudes foram realizadas por meio das empresas de construção civil Alvorada Construções LTDA, Construtora Alagoense LTDA, Metropolitana Const. E Comércio LTDA, Construtora Cavalcante LTDA, J.J. Santos e CIA. LTDA e Amazonas Construções LTDA.
Os crimes foram constatados em procedimento de fiscalização realizada pela Controladoria Geral da União (CGU) e em investigação realizada pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal (PF), especialmente com a quebra de sigilo fiscal, bancário e telefônico dos denunciados, que culminou com o cumprimento de mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e prisão, autorizados judicialmente.
Segundo a denúncia do MPF, Marcos Santos associou-se a seu filho, Marcos Douglas Medeiros dos Santos, Francisco Carlos Albuquerque dos Santos, Eurípedes Marinho dos Santos, Álbson Pimentel Cavalcante e Júlio de Freitas Machado para a prática dos crimes, centralizando os procedimentos para determinar o rumo dos negócios das empresas envolvidas nas licitações fraudadas.
Francisco Carlos e Júlio de Freitas Machado, funcionários públicos de Traipu, foram orientados por Marcos Douglas quanto ao emprego de material barato nas obras públicas no município de Traipu, bem como quanto à alteração de projetos e de planilhas orçamentárias, visando maximizar os lucros em tais obras. Francisco Carlos foi condenado a 4 anos e 6 meses de reclusão e a 3 anos e 6 meses de detenção a ser cumprida, inicialmente, no regime fechado. O MPF suspendeu condicionalmente o processo em relação a Júlio Machado, em virtude de acordo firmado pelo acusado para o cumprimento de algumas determinações legais.
Álbson Pimentel, funcionário da empresa Meca Construções, de propriedade de Marcos Douglas, foi contratado como responsável técnico pela fiscalização e responsável pela elaboração do projeto e execução dos serviços de construção de um portal na cidade de Traipu, sendo também contratado como responsável técnico pela elaboração do projeto de implantação da rede de abastecimento d’água na referida cidade. Álbson foi condenado a 1 ano e 6 meses de reclusão e a 3 anos e 6 meses de detenção.
Eurípedes Marinho, na condição de assessor parlamentar da Câmara dos Deputados, exerceu o papel de “lobista” da quadrilha na Capital Federal, tendo por função facilitar a liberação de recursos federais para os municípios da área de atuação da quadrilha, mediante o pagamento de propina. Além disso, coordenou a entrega de projetos de convênios elaborados pelo denunciado Marcos Douglas. Eurípedes foi condenado a 4 anos e 6 meses de reclusão. Marcos Douglas foi condenado a 13 anos de reclusão e a 3 anos e 9 meses de detenção, pelos crimes do seu pai, a ser cumprido em regime fechado.









Respostas de 3
isso é uma vergonha,eu sou filho de Traipu e moro aqui em Recife a um ano e meio,sair da minha terra natal porque tava cansado de ser massacrado juntos os outros traipuenses,decidir ter uma vida melhor aqui,foram 12 anos assumindo e roubando,esse é o pior bandido morador de Traipu,espero que a partir de 07/10 as coisas mudem,25 é a melhor opção,Conceição Tavares em sua primeira oportunidade mostrou que é capaz de dar vida nova a Traipu,mostrou que o compromisso dela com o cidadão traipuense é respeitoso,fiel e de responsabilidade,eu tenho fé em Deus e a liberdade e confiança o suficiente pra agradecer antecipado ao meu Deus,obrigado Senhor Jesus
Para esclarecer a matéria em relação a Júlio de Freitas Machado, a suspensão condicional do processo foi integralmente cumprida por ele, que por sua vez, nada mais deve ao Estado, por ter cumprido todas as condições propostas pelo MPF. Dos acusados na “Operação Carranca”, o único que teve direito a tal benefício foi ele, justamente por entender o MPF que fora quem teve um envolvimento sem maiores comprometimentos. Resta, agora, à Justiça Federal, extinguir a sua punibilidade.
bem feito para esses ratos de dinheiros publicos q nao penca no povo so no bolso agora o senhor deu a resposta para aqueles q nao teme adeus .o poder venhe de deus nao é no dinheiro nao gente