Agência O Globo

A polícia francesa já tem o nome do responsável pelas fotos da mulher do príncipe William, Kate Middleton, fazendo topless. De acordo com o jornal britânico “The Mirror”, o fotógrafo já foi identificado e deve ser detido para inquérito a qualquer momento. Ele é acusado de ter feito cerca de 200 fotos do casal na piscina de um palácio na Provença, região do sul da França, durante as férias em setembro. Caso seja considerado culpado, o fotógrafo pode ser condenado a até um ano de prisão e a pagar uma multa de 36 mil libras (cerca de R$120 mil) por invasão de privacidade.
As imagens, que foram publicadas pela revista francesa “Closer”, causaram constrangimento à família real por mostrar Kate sem o sutiã do biquíni. A identidade do fotógrafo foi descoberta pela polícia de Paris, onde o príncipe William denunciou o crime, mas a equipe preferiu não divulgá-la.
Logo que as fotos vieram a público, a editora da revista “Closer”, Laurence Pieau, confirmou a contratação de um fotógrafo freelancer para vigiar o casal durante suas férias na França, mas se recusou a revelar o seu nome. De acordo com a lei francesa, a publicação tem o direito de manter em sigilo o nome de suas fontes, mesmo em casos como este.
A revista é propriedade de Marina Berlusconi, filha do ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi. Uma decisão judicial havia proibido divulgação das fotos, que foi ignorada. As imagens do casal também estamparam as páginas de revistas de fofoca na Itália, Dinamarca e Irlanda – nesta última, o editor foi suspenso após a publicação.







