Relatório elaborado por consultoria independente, contratada pelo Governo, confirma que a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) é “tecnicamente ineficiente, financeiramente inviável e institucionalmente frágil” para abastecer cidades do sertão de Alagoas.
E a manutenção da operação da estatal na região oferece “risco material de comprometimento das metas de universalização no cenário de manutenção da operação pela CASAL”.
O documento é mais um argumento na defesa da privatização da companhia, cuja previsão, segundo levantamento realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é para 2027.

As cidades às quais se referem o relatório são Batalha, Campo Grande, Jacaré dos Homens, Major Isidoro, Olho d’Água das Flores e Olho d’ Água Grande.
A Casal informou que estas cidades “iriam entrar no bloco B, entretanto, desistiram poucos dias antes do leilão. Em uma nova decisão recente, a favor dos municípios, foram eles que decidiram entrar no bloco B. Essa medida não tem relação com a capacidade da Companhia de universalizar”.
Quanto ao diagnóstico do Governo, informou em nota que “não vamos comentar sobre o assunto.” Leia aqui relatório completo – analise_casal






