O esquartejamento da dona de casa Maria de Lourdes de Farias Melo, no Conjunto Carminha- crime que chocou o Brasil- foi combinado em uma festa. A ideia era “dar uma lição” na dona de casa, que denunciava traficantes da região.
Os depoimentos foram dados na 2a feira, na 9a Vara Criminal. Os acusados pelo crime foram ouvidos.
Maria de Lourdes trabalhava na casa de um PM, do Batalhão de Operações Especiais. Ela teria sido indicada pela tia de um dos acusados na morte dela, o Gabinho, de 17 anos.
Foi Williams Vicente dos Santos Oliveira, de 23 anos , o “Língua”, que falou que a decisão da morte da dona de casa saiu em uma festa, por decisão de Gabinho.
Na madrugada de 24 de junho, Maria de Lourdes foi atingida com dois tiros dentro de casa. Arrastada para fora, teve um dos braços arrancados além da cabeça, posta em uma estaca. Com o braço, eles escreveram no muro a palavra “Cabueta”- alcaguete, dedo duro.
‘Língua’, Jamerson dos Santos Lima, o “Paulista” e Gabinho foram ouvidos nesta 2a.







