Acusado de integrar um esquema que desviou R$ 300 milhões, em licitações emergenciais para a compra de comida ao
sistema prisional, 0 ex-secretário de Defesa Social, general Edson de Sá Rocha, disse na tarde desta quinta-feira que “foi necessária” a compra de alimentos, em caráter emergencial. Ele tem 15 dias para apresentar defesa.
“Quando Sá Rocha assumiu [a secretaria], no final de 2007, encontrou uma situação precária. Havia, inclusive, ameaça de rebelião em um presídio por conta da falta de alimentos. Por isso as contratações emergenciais [de empresas fornecedoras de alimentos]”, disse o advogado, Daniel Brabo, que defende o general.
Sá Rocha está entre os seis presos na última segunda-feira (23), da Operação Espectro.







