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Dinheiro da educação virou gado

São José da Tapera, uma das cidades mais pobres de Alagoas, mostra que o clássico gestor público brasileiro defende a privatização de tudo, afunilando o acesso dos serviços aos mais pobres; fala em meritocracia, ao invés de democracia e; quer um Estado exclusivamente servindo aos próprios interesses porque o livre mercado só deve valer para os outros.

Dos R$ 31,8 milhões que a Prefeitura recebeu de precatórios do antigo Fundef, dinheiro da educação, R$ 5 milhões foram desviados para a compra de cabeças de gado, investiga a Polícia Federal.

O quê vai acontecer depois? Nada. A Gabiru virou lição a quem fica com o dinheiro das crianças e professores.

Eles ficam soltos, disputam as eleições ou pagam laranjas para estarem em seus lugares na vida pública.

Ou é diferente?

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