Pouco ou quase nada, arrisco dizer.
Se denúncias de corrupção tirassem votos, nenhum deputado estadual indiciado ou preso na Operação Taturana seria reeleito ou elegendo sucessores/herdeiros.
Assistimos prefeitos ou vereadores desfilando carros de luxo em cidades paupérrimas. Isso é corrupção explícita.
E daí?
Nos anos 90, as CPIs do Narcotráfico e do Crime Organizado deram nomes e sobrenomes dos sempre protegidos pelos amigos nos poderes e/ou instituições.
Leis e provas diziam o que fazer. Não foi feito.
Uns morreram naturalmente, livres. Outros estão por aí, pedindo prisão de jornalista.
Alguém desfilando com um Fusca, como vemos o ex-presidente Mujica no Uruguai, encanta sim muitos eleitores mas esta não é uma regra geral.
Por aqui, as coisas engatinham. Pensando bem: não somos mais província mas a província não nos deixou.
Sigamos.





