Bolsonaro e suas irmãs Cajazeiras viram destaque no hospício Brasil

O presidente da Firjan, a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Eduardo Gouvêa Vieira, diz que os investidores estrangeiros só querem saber se o Brasil tem capacidade de dar, para eles, grandes retornos financeiros.

O capital é egoísta, diz o presidente da Firjan. E ele não quer saber se somos bonzinhos ou não.

Jair Bolsonaro anuncia mudanças no Código de Trânsito, corta dinheiro das universidades, protege milícias, quer armar todo mundo. Para o mercado, isso é discurso e política comportamental. Desde que ele não faça maluquice para prejudicar o bolso dos investidores, fica tudo bem.

Mas o mercado estrangeiro está preocupado mesmo com as reformas. A da Previdência é a principal delas.

A Previdência brasileira interessa aos bancos, que no primeiro trimestre deste ano lucraram R$ 20 bilhões.

Os bancos, assim como o mercado, não têm alma. Mas interesses. Quer money, business, dinheiro, negócios.

E o Paulo Guedes, essa peça que o mercado gosta de usar, colocou o Brasil à venda, sob o silêncio das Forças Armadas, que no passado se diziam nacionalistas.

Então, o Governo tem dois lados. O do Bolsonaro, fiscal da vida íntima dos brasileiros com suas irmãs Cajazeiras, a Damares, o ministro Dançando na Chuva, do MEC, e o Ernesto Araújo, das Relações Exteriores.

E o lado do Paulo Guedes, este sim, o lado que o mercado e o investidor quer saber. É o dinheiro em seu estado bruto, natural.

O Bolsonaro, então, pode dizer o que quiser. Desde que não atrapalhe os negócios.

Mas o ambiente das finanças, da economia, onde o dinheiro se mexe, onde o tio Patinhas guarda sua moeda número um, vai aos poucos sentindo os efeitos destes primeiros seis meses da era Bolsonaro e nada de um plano de Governo.

Revistas e jornais estrangeiros, como a The Economist, mostram a proteção do presidente aos milicianos. São publicações de leitura obrigatória a investidores, donos de empresas, homens e mulheres do mercado.

O Congresso Nacional está diminuindo a capacidade do presidente de mexer no orçamento, onde está o dinheiro. Porque o mundo de hospício de Bolsonaro e suas irmãs Cajazeiras se reflete nas pesquisas e os eleitores estão de olho.

E tudo isso é acompanhado pelo mercado. Que não quer- repito- perder dinheiro.

Tudo isso deve gerar um enorme curto circuito. O problema é que ninguém sabe o que vai acontecer depois disso. Impeachment? A política, assim como os negócios, carregam muitas surpresas.

Uma resposta

  1. Acordem! Loucura é defender o comunismo que fez o que fez com a POPULAÇÃO da Rússia, da China, da Ucrânia, de Cuba, da Coréia do Norte, Venezuela, etc.
    E no Brasil, os presidentes comunistas levaram o Brasil à maior recessão econômica de sua história, e levaram o Brasil a ter esses dois recordes mundiais: o maior roubo da história da humanidade (petrolão) e a liderança mundial em número de mortes violentas.

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