Não será tão simples montar um secretariado mais técnico e menos político, como quer o prefeito Rui Palmeira.
O PSDB tem uma fatura alta a cobrar: foi o principal financiador da campanha de Rui. Primeiro, o PSDB nacional; segundo, a usina Seresta, do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB).
O presidente estadual do PSDB, Claudionor Araújo, levou a campanha de Rui Palmeira pelas ruas e as redes sociais.
O governador só não entrou na campanha porque tiraria votos- em especial dos funcionários públicos. A associação entre os dois tucanos aumentariam as chances de derrota. As pesquisas palacianas registravam o imbróglio.
Foi assim em 2008, quando Vilela fez a campanha, em Maceió, à prefeiturável Solange Jurema. Derrota histórica.
O próprio senador Benedito de Lira era presença constante na campanha do tucano. E Biu de Lira é o responsável pelas indicações na Secretaria Estadual de Educação e Esportes.
Ao contrário da solidão, a campanha de Rui teve companhias infladas eleitoralmente. As caminhadas do então candidato são uma prova disso.
Separar as secretarias de Saúde e de Educação das ofertas eleitorais- ambas as mais caras em uma fatura pós-campanha- pode inaugurar um novo estilo de administração.
Se Rui não conseguir? Poderá balançar o Mateus parido pelos outros.








