Há um ponto em comum que interessa Arthur Lira e Isnaldo Bulhões (relator da MP que organiza os ministérios): a posição do Coaf no governo Lula.
A reforma ministerial retirou o Coaf do Banco Central e pôs no Ministério da Fazenda.
O Banco Central hoje é negociado pelo mercado e o Ministério da Fazenda está com o governo.
Na era Bolsonaro, o Coaf esteve no Banco Central, perdeu força e isso agradou ao Congresso.
O Coaf identifica operações bancárias suspeitas. E os bancos são obrigados a informar sobre estas operações.
O Banco Central está com os bancos. Lógica definida (parte um)
Foi a ação do Coaf que identificou o esquema das rachadinhas da família Bolsonaro e em 2007 foi um dos pilares das investigações da Operação Taturana que indiciou Arthur Lira e Isnaldo Bulhões.
Lógica definida (parte dois).





