Desde que o Ministério Público pediu explicações sobre os estudos técnicos que resultaram na redução da passagem de ônibus em Maceió- estudos que não existem, conforme revelou este blog- a equipe de João Henrique Caldas se incomoda com a posição do fiscal da lei e escolheu Cleydson Moura (coordenador do Gabinete de Gestão Integrada de Combate à Covid-19) para a reação.
Questionado sobre o pedido de explicações do Ministério Público para o ponto facultativo decretado nos dias 15 e 16 de fevereiro- mesmo sem carnaval- Cleydson alfinetou:
“Estamos seguindo rigorosamente o que o Estado está orientando. O nosso decreto está em vigor desde janeiro e o do Governo do Estado desde dezembro e o MP vai agir apenas com Maceió? O servidor público, que junto com suas famílias representam um contingente grande de pessoas já não terá a festa e, agora, vamos impedir que viaje para descansar e cumpra seus planejamentos. Acho isso um crime que afeta também o setor produtivo que já vinha sendo prejudicado”, disse.
Com a palavra, o MP.








