O advogado de Jair Bolsonaro Paulo Cunha Bueno diz que violação da tornozeleira eletrônica não deveria ser motivo para a prisão do ex-presidente.
E comparou a situação do seu cliente com a do ex-senador Fernando Collor.
“A tornozeleira dele ficou descarregada por 36 horas, tempo que você dá uma volta e meia ao mundo. E não foi preso por conta disso. Desrespeitou o uso da tornozeleira? Desrespeitou”, afirmou.





