Logo após o assassinato do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas adotou as providências de praxe: disse que os executores serão severamente punidos.
O empresário era chamado de delator do PCC e também envolvido em crimes.
Mas antes de pousar no aeroporto de Guarulhos, ele estava em Alagoas, cobrando uma dívida e recebeu jóias no valor de um milhão de reais.
O dono ou dono das jóias vai reivindicar o que foi levado pelo empresário?
O que fazia em Alagoas um delator do PCC, personagem enredado no mundo do crime?
O governador Paulo Dantas não deveria falar do assunto?





