Não é a primeira vez que o prefeito evita entrar em polêmicas, sobre assuntos da gestão dele ou coisas do calheirismo.
Mas a operação de compra do Hospital do Coração exige bem mais que o antigo modelo “cara de paisagem”.
Só que há uma lógica por trás disso: as pesquisas dos partidos (para consumo interno) mostram que o eleitor não associa o que não gosta na cidade ao prefeito.
Pode parecer estranho- e é. O eleitor não gosta de festa paga com dinheiro público, mas apoia a gastança.
Sobre o Hospital do Coração- futuro hospital municipal: o eleitor apoia a iniciativa, apesar dela ter sido cara demais.
Motivos há: o gestão da saúde via Governo agrada bem menos que a claque espera.





