As informações sobre as 140 vítimas de crimes que estão representadas no bosque mantido pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) serão encaminhadas ao Ministério Público (MP) Estadual, que deve apurar o andamento dos processos relativos a cada caso.
Segundo a Gazeta de Alagoas, o pedido de encaminhamento foi feito pelo próprio chefe da instituição, procurador-geral de Justiça Sérgio Jucá, durante entrega de uma lista apurada pelo Núcleo de Estudos sobre Violência em Alagoas.
A entrega ocorreu durante reunião no gabinete de Jucá, e além da coordenadora do Núcleo, Ruth Vasconcelos, estavam presentes familiares de vítimas de casos de repercussão, como o irmão e um filho do vereador por Anadia, Luís Ferreira, assassinado em setembro de 2010; o pai de Carlos Roberto dos Santos, cujo corpo desapareceu do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió, no caso em que o ex-deputado estadual Cabo Luís Pedro é apontado como mandante; e a irmã do policial civil Gilberto Vital, morto em 1994.
No mesmo encontro, o procurador, por mais de uma vez, fez severas críticas à dificuldade que o MP enfrenta para denunciar “poderosos” em Alagoas; à legislação “excessivamente permissiva” de recursos, e à própria Justiça.
Fonte: Gazeta de Alagoas








