O mês de junho promete uma enorme festa de São João que retira de pauta a Maceió que afunda. Ao invés disso, música, atrações, palco enquanto travam as negociações do futuro vice de JHC.
A essa altura o prefeito de Maceió não faz mais campanha pela reeleição. É 2026 que importa, projetar-se governador ou senador. Acredita que se transformou em uma liderança de terceira via, isolada. O convencimento vem da popularidade, dos trackings diários, da repercussão no Instagram.
Enquanto isso Arthur Lira prepara nomes que podem retirar o favoritismo quase exclusivo de JHC. Davi Davino Filho, Luiz Romero Farias e talvez Jó Pereira, ainda à frente da educação municipal.
Jó dá sinais ambíguos sobre sua permanência ou saída da Semed. Luiz Romero Farias apostou na organização do Hospital da Cidade e dos serviços que ainda vai oferecer.
Eles terão condições de assumir discurso de oposição? Se sim, onde ficará, nesta briga, o deputado federal Rafael Brito, ainda na condição de candidato a prefeito do grupo do senador Renan Calheiros?
Aos poucos o Governo recolhe os outros nomes. Ricardo Barbosa (PT) já está fora do baralho palacista, Lobão (Solidariedade) também.
Num cenário onde Arthur Lira também tem interesse de enfraquecer o prefeito, o calheirismo não precisa gastar tanto para uma ofensiva que, por si só, não será favorável ao prefeito.





