Por muito tempo o prefeito JHC não tinha oposição. As peças do xadrez político na capital, porém, empurram as necessidades e os interesses para o primeiro plano. O senador Renan Calheiros precisa diminuir a força de JHC, que terá apoio de Arthur Lira (mais prefeitos emprestados) para disputar o governo.
Aos poucos, Jota vai aprendendo a dar respostas.
O emedebismo dizia que Maceió é uma das poucas capitais no Brasil a não ter um hospital municipal, mantido pela Prefeitura.
JHC comprou o Hospital do Coração, superfaturado diz a oposição.
Visto por dentro, o HC era uma estrutura oca. Mais pressão da oposição.
E o hospital, agora chamado de Hospital da Cidade, começou a realizar os primeiros atendimentos.
Mesmo antes da conclusão do processo de transição de gestão, o Grupo Técnico de Recebimento do Hospital da Cidade de Maceió iniciou um estudo de fluxo já com atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), regulados pelo Sistema de Marcação e Regulação de Maceió, o Pronto. Até o dia 21 de dezembro, foram realizados aproximadamente 600 exames.
É o que diz trecho do release distribuído pela Secretaria de Comunicação.
Falta agora um candidato a prefeito que possa enfrentar, olho no olho, JHC.
Rafael Brito (ainda) não tem este cacife.





