Sem anunciar nomes para o futuro secretariado e sem grandes ideias ou projetos- além de enxugar a máquina publica e economizar em contratos- para a administração da cidade, o futuro prefeito de Maceió, JHC, passa a apostar na eleição de Arthur Lira para a Presidência da Câmara.
JHC tem de administrar a herança deixada por Rui Palmeira e uma crise sem precedentes a partir de 1 de janeiro de 2021 quando o auxílio emergencial da era Bolsonaro deixa de ser pago e a miséria chega na soleira da porta da Prefeitura.
Arthur Lira é um fortíssimo aliado federal, se for eleito presidente da Câmara. JHC, por exemplo, prometeu buscar uma solução aos moradores dos bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro, além das casas a quem vive na beira da lagoa Mundaú. Teve o dobro dos votos nestes lugares.
Mas, um grande volume de recursos federais só virá mesmo da União. E JHC terá de executar obras que devem inaugurar novos eixos da cidade ou crescer alguns bairros- com novas ruas e avenidas.
Do contrário, após a pandemia e o retorno do trânsito, Maceió vai colapsar.
JHC pode ser um prefeito para além da caixinha.
Mas precisa deixar a comemoração de lado e partir para a ação.





