O esquema da rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio, envolvendo o filho, Flávio, operado pelo amigo, Queiroz, não é corrupção na novíssima república de Jair Bolsonaro.
Também não é indício de corrupção quando a filha de Queiroz repassava parte do seu salário para o pai, quando ela estava empregada no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro.
Ao comemorar um Governo sem corrupção- na visão dele- após aparelhar a Polícia Federal, silenciar sobre dossiê com nome e foto de críticos e destruir o Coaf, Bolsonaro tem, sim, motivos para externar suas vitórias.
Existe um amplo esforço das instituições para manter Bolsonaro onde ele está. Com pandemia e tudo.
E é curioso: temos um presidente com 3 denúncias ao Tribunal Internacional por crimes contra a humanidade e mais de 5 dezenas de pedidos de impeachment protocolados na Câmara, invisibilizados por Rodrigo Maia.
Se nada disso é crime nem mesmo a omissão de presidente na pandemia, por que uma corrupçãozinha merece a atenção de Bolsonaro?





