Através da Anistia Brasil conhecemos a história de Pedro Henrique Cruz, um jovem ativista dos Direitos Humanos, pela paz e contra a violência policial que com sua vida e morte, movimenta uma caminhada a cada dia 12 de fevereiro, em Tucano, Bahia.
A ação foi criada por ele, contra a violência nas abordagens policiais e truculências cotidianas. Mas de acordo com as matérias veiculadas ele foi assassinado dentro de sua própria casa, aos 31 anos, tendo como suspeitos de cometer o crime três policiais militares.
A história tem como requinte de crueldade o pai da vítima ter sido obrigado a levar os assassinos até o filho, por ter tido sua casa invadida minutos antes da execução. Para ele restou um legado de dor e culpa.
Antes do desfecho cruel, Pedro Henrique era ameaçado constantemente e havia protocolado denúncia nos órgãos competentes.
Testemunha reconheceu os policiais pela voz e trejeitos.
Familiares e amigos do jovem ativista mantém o calendário de luta anual, com a caminhada que Pedro criou, na qual cobram justiça para o caso dele.
Vítimas de violência policial no Brasil costumam seguir injustiçadas pela história, e repercutir estas lutas é dever de todos nós, brasileiros e brasileiras.






Uma resposta
Boa tarde,
Sou Ana Maria Cruz, a mãe do Pedro. Vi esta matéria hoje e escrevo somente para agradecer pelas suas palavras, seu carinho e a sua confiança. Pedro continua aquecendo nossos corações e nos dando força para continuarmos acreditando na justiça, no bem e na verdade.