Nova orientação do Ministério da Educação (MEC) considera a violência contra mulher e abordagens sobre quilombolas e povos dos campos como assuntos da esquerda. Por isso, livros didáticos não terão mais o compromisso de trazer esses temas.
A informação é da Folha de São Paulo.
Na campanha eleitoral de Bolsonaro, a mulher chegou a ser tratada como “fraquejada” e quilombolas receberam referência pejorativa.
O presidente eleito é explícito defensor da tortura e da violência policial acima dos limites da lei. Porém, silencia quando o tema é feminicídio, por exemplo.
