
Em três anos, Alagoas já lançou dois planos na área da Educação para combater o mesmo problema: o analfabetismo. O primeiro plano foi em 3 de setembro de 2009. O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) o então secretário de Educação e Esportes, Rogério Teófilo, e o então ministro da Educação, Fernando Haddad, se reuniram em Brasília. O MEC anunciou, segundo o governador, investimentos de R$ 200 milhões.
“Essas melhorias na Educação de Alagoas vão proporcionar a conquista de equipamentos que irão auxiliar no aprendizado, além de garantirem a capacitação dos professores e, como consequência, a melhoria das escolas. Dessa maneira o aluno de Alagoas será valorizado e preparado para dar uma melhor contribuição para o Estado”, dizia o Governo.
Dois anos e sete meses depois, Vilela voltou a Brasília. O ministro, agora, é Aloísio Mercadante; o secretário de Educação é Adriano Soares. O governador é o mesmo. E a promessa é idêntica: os R$ 200 milhões do passado nem são mais citados pelo governador ou pela SEE.
“O ministro foi atencioso com Alagoas e ficou combinado a melhoria na qualidade de gestão, visando alcançarmos melhor resultado para os alagoanos”, concluiu o secretário de Educação”, informa o Governo.
Comedido, o Governo Federal não anunciou valores, desta vez.